Será a voz sutil que expressa esse outono um reflexo de sua vida pessoal?
"Havia dois motivos que levavam Billie à polícia: durante a infância o sexo tinha papel primordial, enquanto na idade adulta seu envolvimento com as drogas prevalecia. Desde os quatorze anos começou a fazer uso de maconha e bebidas alcoólicas. Aos vinte e seis anos, por ocasião de seu primeiro casamento, passou a fazer uso de ópio e um ano depois de heroína. Quando seu corpo já se encontrava inteiramente perfurado por agulhas, Billie injetava a droga em sua própria vagina.
Para Billie a droga a encorajava para “enfrentar” o palco. Além disso, tinha o hábito de ser 'surrada' por seus companheiros para garantir um bom recital. Billie casou-se quatro vezes. Construía relações demasiadamente destrutivas, pois os homens elegidos por ela obedeciam, sucessivamente, ao mesmo estereótipo: 'trapaceiros, hostis, desleais, agressivos'. "
Julie Travassos. "Billie Holiday: um corpo a serviço do gozo."
Interessantíssimo e pequeno artigo disponível em
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